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Mostrando postagens de julho, 2014

Um dia você aprende, atribuído erroneamente a Shakespeare

"Um dia você aprende...  Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se. E que companhia nem sempre significa segurança. Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas. Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.  Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva anos ...

Crê e será salvo

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No inicio aquilo era meio insosso.  O céu perseverava por cima de um brilho estranho azul. Era dia de outono, sabe, quando as flores não estão em seu devido lugar e as folhas secas banham o chão com um aspecto amarelado, meio, bem, outono. (Não, sem cenário de filme, era outono ainda, o céu borrava e a poeira embaixo do tapete era ainda algo a se mostrar tão a favor quanto o resto do dia, carregado, explícito e, como dizer, cinzento.) Não havia folhas e algumas flores estavam com os dias contados, mas ainda estavam ali recebendo suas abelhas. É as abelhas que não sairiam do centro financeiro da colmeia, ora, a colmeia seria apenas um lugar seguro no inverno enquanto a abelha rainha comia as cabeças de suas servas. As responsáveis pelo mel, ainda vivas pelo momento. No gramado. (Não, sem gramado. No chão, os dois sentados logo à frente enquanto a imagem desfocava da abelha na flor e focava-os.) Eles estavam admirando o sol, daquele dia de outono, o céu azul permitia que alg...