Código de Barras
A fortaleza caiu a meus pés, ao ver aquelas pessoas caminhando no mesmo rumo senti um leve tormento. Minha cabeça pensava, passava do ponto, às vezes, o sol batia no chão refletindo um milhão de cores entre as flores de plástico e coroas. O solo arenoso e venoso se mantinha até o muro que findava aquele terreno. As pessoas eram identificadas por silhuetas e feixes de luz. Naquele dia o sol ainda se punha e as pessoas me olhavam com um ar de tragédia, cerrava os olhos a fim de escurecer a imagem, nada ali ainda era visível, ofuscado pelos últimos raios me escondi por trás de meus óculos escuros. Sono profundo, ainda escuta aquela cantiga de ninar e não dorme, com medo de que ela pare. Para fechar os olhos somente quando o peso das pálpebras não se faz mais por onde se agarrar, uma lagrima que caía durante o percurso que se criava naquele rosto pálido. Faltava algo, faltava alguém. Aquela musica começava a fazer sentido, escutando algumas crianças cantando em cor...