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Mostrando postagens de maio 16, 2017

Minha azul Moscou

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Eu não acreditei quando você se foi, cá deste lado do Mar Negro, os pés gelam enquanto pisam a neve. Cá deste lado do Mar Negro, procuro compreender por vezes incertas o quanto significaria para mim sua partida. Enquanto estive em Moscou, percebi que os Russos tem uma peculiaridade estranha em suas palavras, assim como todas aquelas vezes em que eu não sabia muito como te dizer, mas, talvez, aquela moça que passava pelo nosso lado enquanto tomávamos um drinque no Dorogaya, não estivesse apenas de cara fechada por estar de mal com a vida, os russos tem uma peculiaridade em suas vidas, desde o nascimento até a morte. Percebemos isso ao ler Dostoiévski, o grande imortal. Há muita paz no território gelado denominado Russia. Apenas não há felicidade. O povo russo é festeiro, se embriaga com frequência e se mantém em uma tristeza profunda. Antes disso, lembra? Nos conhecemos nas ruas de Manhattan, você jogava pipoca aos pombos, estava quente, era primavera e naquele ponto, algu...