All the lonely people, where do they all come from?
Rigby e Franz era o típico casal virtual, já haviam se visto mas nunca se tocado de forma a conduzir um relacionamento. Rigby era dura na queda e Franz todo coração. Eles existiam, ela já era mãe e ele queria mais, algo impensado na vida da moça que virava monstro durante o período, não era culpa dela, diziam os mais sábios e ex-combatentes, ou vulgo, ex-namorados, ex-maridos, ex-médicos (uns morreram, outros vivem por aí, na boemia ou trancados em um quarto escuro após enlouquecer). Ela tinha uma bravura sem igual e sonhava com tudo o que fosse possível sonhar e o que não fosse possível ela inventava. Assim vivia Rigby, não tão sonhadora com um casamento quanto na música dos beatles e também não tão misteriosa quanto o padre Mackenzie e seus sermões. Apenas entendemos que no fim disso tudo, alguém estará limpando as mãos e outro no túmulo. Ela sonhava com o típico cara que a levaria dali para um local mais agradável, menos frio, menos extremo... Ele p...