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Mostrando postagens de abril, 2016

Devaneios - Parte 2.7 - Entendimentos de uma mente compreensiva e não compreensível

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Dizem por aí que a vida é composta de momentos, outros vivem de passado e outros ainda fazem planos e mais planos. Uns falam de amor da mesma forma que falam de mulheres/homens nu(a)s ou então falam de amor como se pede um Fast-food. Dedico aos poetas que utilizam a palavra e o pensamento ao mais assombroso do ser humano, o submundo que compõe o simples e objetivo cérebro. Desta forma, pense que vivemos numa sociedade em que acordamos e pela primeira vez no dia respiramos conscientemente o ar que o mundo nos serve, nutrido com o oxigênio que as árvores produzem durante todo o dia, juntamente aos raios de sol que simplesmente iluminam todo o processo de composição da rotina. Possuímos um modus operandi simplesmente fantástico e ainda temos tempo para pensar em o que nos move. O que compõe a nossa física quântica para que simplesmente nos impulsione a levantar cedo para uma corrida matinal ou então para ficar mais 5 minutinhos na cama, o que nos mantém presos as pessoas ou o que nos afa...

Quem sabe isso quer dizer amor

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Primeiro saiba que todos estes cigarros são culpa sua. Daquele dia em diante que olhei nos teus olhos, você me disse alguma coisa estra nha que a minha alucinação não permitiu que eu compreendesse. Eram versos, versos deturpados pelo meu pesaroso momento de reclusão. Eu estava exilado em meio a sinapses e meias verdades, meu corpo respondia cruelmente aos meus comandos, era leve, bem leve, era claro, bem claro, um sussurro era como se eu estivesse submerso. Num momento de extrema confusão eu ouvia teus gritos ecoando dentro da minha cabeça, teus versos. Suas vestes levemente amarrotadas dignas de final de festa, apenas faziam com que meu transtorno se roesse por dentro, em meus ossos. Eu olhava para os tons brilhantes, para os detalhes, para você. Seus olhos, ah, seus olhos, seus olhos, seus olhos...  Não consegui mais conter minhas vontades e me joguei na piscina, desta vez a água era real e seria iminente o lumiar, emergente era meu corpo em meio a profundidade das águ...