O trago
Ao mesmo tempo A brasa sustenta Regida pelo vento Naquele que se ausenta O cais de américa se finda A fragata se adentra Um oceano se centra Num destino que em sua vinda Trás-os-Montes da Lusitânia Agrava os perigos dos mouros Em harmonia Aos tolos Pobres dos que carregam Um destino incerto D’onde se entregam No exceto Inocentes morrem O cigarro se apaga O frio se torna ad valorem Nos pulmões de quem traga Para tal derrota É preciso astúcia Ao som da rôta Ao passo da renuncia “As gaivotas pairam no céu tocando o oceano em seu desígnio de perpetuação. O Sol se põe ao longe enquanto as embarcações parecem sumir no horizonte. Estou num cais, como quem parte. Olhando o mar, como quem fica.” Vom Krystie McDonnadan