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Mostrando postagens de abril, 2020

O Enforcado

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Existem dias em que as coisas fluem de forma a nos fazer pensar um pouco mais fora da caixa e compreender os papéis de todos ao nosso redor sem esquecer que a vida é uma provação sem fim, onde as leis nos mantêm no jogo árduo da liberdade. As vezes nos colocamos a pensar em como seria a vida destas pessoas se por um acaso não existíssemos, é uma provação, pois, por muitas vezes caímos no pensamento de que talvez isto realmente fosse uma ideia palpável e também as vezes pensamos no mundo como um imenso redemoinho no qual apenas somos carregados até o centro escuro e desconhecido, qual o legado deixado por nós? Quais as verdadeiras coisas que nos impulsionam e quais as desilusões que nos trouxeram até aqui? Por que suportamos as coisas por um bem maior, se as vezes o bem maior é também apenas uma ilusão? As feridas deixam cicatrizes, calam nossa voz, transformam o nosso caráter já moldado com unhas e dentes desde a infância. As feridas permanecem abertas em nossas memórias e, a...

Devaneios Sociais - Folheto 02 - Página 01

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Independentemente de onde venham as pessoas e quais sejam os seus costumes, a vida urge como um raiar de Sol entre as frestas das folhagens nas arvores. A empatia está muitas vezes ligada a representatividade de tal ação e vemos que o ser humano ainda reage com raiva aos seus desafetos quando deveria procurar compreender da melhor maneira que qualquer ação varia de sua própria natureza. Nossos atos estão estritamente ligados à nossa consciência, e, muitas vezes fazer o errado é um conceito moral no qual se sabe das consequências, mas, possui-se a total certeza de que nada acontecerá, como em um jogo de perde e ganha. Quando furam filas, quando veem o troco errado na mão e não devolvem, quando se pega algum doce no mercado sem pagar, entre outros pequenos delitos que são moralmente errados, porém a fragilidade moral de que “o que os olhos não veem o coração não sente”. A sociedade acaba por se escravizar nestes conceitos nos quais se prendem as leis e estas são implacáveis, ma...

Uma carta

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Quando o mundo se afunda e você não tem para onde correr, o único refúgio está em si mesmo. Você não pode obrigar as pessoas a confiarem em ti, mas, as suas atitudes sempre serão um porto seguro contra todas as mazelas. O primeiro passo é confiar em si mesmo e manter sempre o seu caminho aberto para a felicidade. Ser feliz de fato é uma caminhada, já que a felicidade é e sempre será baseada em um momento no qual você sempre terá duas escolhas, mantê-la em sua memória ou esquecê-la para sempre. Aquele frio na barriga é característico, acordar todas as manhãs com um propósito diferente na cabeça, pensar, agir e sempre manter a sobriedade perante os acontecimentos mundanos é uma porta para a felicidade, ela acontece, ela se mantém mas, no menor deslize ela se vai e se vai muitas vezes para não voltar mais. É uma equação complexa na qual nos dispomos a interferir diariamente e muitas vezes nos deixamos levar pela tristeza de um momento e ali a tristeza fica, assim como a alegria....