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às 7 horario de Brasília

São sete horas, o sol borrou o céu de um amarelo meio alaranjado, as nuvens se misturam no azul tornando tudo meio que degrade. No trânsito tudo calmo, fazem 17o lá fora e sol ainda está meio lá meio cá. No radio, o jornal começa com as principais noticias. Claro que somente as trágicas porque é isso que atrai o ouvinte. Inutilidade publica. Aqui em casa está tudo bem, obrigado por perguntar. Dizem que vai esfriar, uns dizem que esquenta. Alguém avisa pro inverno que a tarde também precisa trabalhar, friozinho de manhã e a noite e de tarde um PUTA CALOR. Bem, preciso de um banho antes do trampo. Há falando em trampo, ontem foi o dia, mas não vem ao caso. Estou trabalhando em um texto para apresentar, então creio que ficarei ausente por algum tempo. Isso não significa que ficaremos sem postagens... Postarei umas poesias feitas por uma amiga de Face, a Fer. Se alguém quiser se juntar ao espaço, só falar comigo, posto aqui também. E é claro que coloco os devi...

Tão Distante - Parte 2 - O Passado

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“Ashkaril contava em detalhes como Yvel pôde chegar àquele momento. Yvel por sua vez custava a acreditar que toda aquela fantasia, podia ser verdade.” - Então Yvel, viemos de uma dimensão onde a guerra ainda persevera. O exercito inimigo estava avançando sobre nossas forças e você foi capaz de chegar até o centro do comando, onde eles mantinham os laboratórios, controles e todo o equipamento bélico. Você chegou até lá, te vi cair de uma altura de uns 200 metros e no vôo rasante você foi atingido. Recolheram teu corpo e não pude te resgatar. As forças inimigas ainda controlam boa parte do nosso território. “Yvel não acreditava em nenhuma palavra dita por Ashkaril.” - Que historia boa, você já pensou em contar isso pra Luna e Aliek? - Podemos ir até a sua casa, verá com seus olhos que o que digo é verdade.  - Vamos! Não acreditei em uma palavra que dizia esse tal de Ashkaril, algo me amedrontava em suas palavras, eram tão seguras e convincentes. Tenho realmente medo de não encont...

Tão Distante - Parte 1 - O Passado

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“Yvon caminhando por mais alguns metros podia sentir seus pés não mais afundarem na neve, sensação estranha não fosse Ashkaril aparecer novamente, como uma fumaça que toma forma em sua frente, uma névoa.” - É. Você é real. - Sim Yvon, sou real, estava a sua procura faz muito tempo. - Okay, não vou lutar nem correr, diga o que quer de mim. - Vim buscar você. É hora de continuar nossa jornada. - Que besteira é essa que você está falando? - Nossa jornada, rumo ao submundo. Precisamos de sua ajuda. E agora você está livre nobre Yvel. - É YVON, não Yvel... - Não meu caro, seu nome é Yvel. Anjo Caído como eu e nosso exercito, Por algum milagre o mercenário sodomita lá de cima te colocou entre os mortais. - Ham? - Posso te provar. - Pois não perca tempo. - Lembra-se de seu passado? - Sim... Lembro... - Tem certeza do que diz? Diga o nome de seu pai ou de sua mãe... - ... - Quem sabe algo mais recente, digamos, lembra-se de Lena no período em que Aliek estava em seu ventre? “Y...

Eis que surge o inicio, o meio quem sabe... e o fim? será que se justifica?

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Não há mais razão para tentar compreender que o ser humano é capaz de pensar em algo totalmente abstrato a ponto de que o corpo responda a movimentos totalmente subconscientes. Qual será a teoria do caos que explica essa mente que sobrevive na obrigação de exprimir, experimentar, espremer, suprir, subir, vencer, cair, morte! Onde mais o mundo de hoje pode explicar que realmente está perdido? Ode ao mundo moderno! - Alo? Quem é? - É da pizzaria, vocês estão afim de uma pizza? - Depende, que sabor? - Ai quem me diz são vocês... - Vai, me vê cinco pizzas de mussarela com inhame. - INHAME? mas que afronta... - Nunca pediram inhame? - Há... entendi sexo... - Porque raios alguém pediria uma pizza de mussarela com sexo? - Vai saber, quem sabe um tarado por laticínios... - Tá.. tá... tudo bem... mas, como que você entendeu sexo, quando eu disse INHAME? - Minha audição não é das melhores, desculpe... - Okay... okay... traga as pizzas então... - Sim senhor. São ...

Repetimento inexato - Alex

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Um dia comum para Alex, estava acostumado com o clima tenso daqueles tempos. Ao acordar, tomou um banho rápido, se vestiu com a camisa do partido, sabia que a parada seria reprimida pelo exercito, mas mesmo assim queria fazer parte, lutaria por um país livre. Beijou sua mãe de uma forma diferente, sabia que poderia não voltar mais, mas não deixou transparecer não queria preocupar dona Eva e nem que ela se pusesse ao perigo de segui-lo. Ela sabia que Alex tinha fortes influências para brigar contra o sistema, seu pai, torturado e morto pelas forças do governo. Era bem cedo, o sol nascia ainda por entre os prédios comercias e residenciais que se misturavam de forma homogênea. Não se sabia ao certo se daquele dia em diante as coisas mudariam, Alex, queria ver a mudança. Por isso se organizou para que a passeata acontecesse e realmente aconteceu. Saíram diretamente dos portões da faculdade, muitas pessoas gritando o nome da pátria: - BRASIL! QUEREMOS NOSSA LIBERDADE! - BRASIL! LIBERDA...

Atenção Passageiros

Estamos sobrevoando neste momento uma vida sem sentido algum... Graças ao caos deste mundo moderno... Mesmo que ele se ajeite, restarão as sequelas. Será que vai chover? Este frio derruba sobre nós uma espécie de nevoa... Cega, congela, prende, mantem sob as forças distintas... Morro de raiva ou de tédio? Será que se importariam com a causa mortis... Olho na janela, a chuva ainda persevera, caindo sobre o telhado do vizinho... Longe dali, estou escondido, raios dançam no céu ao som exímio do trovão... A cada dia que se passa, um dragão é morto por minha espada... Sangue corre em minhas veias e teu semblante paira no ar... Era claro espelho d'água... perfeição que a pedra destruiu...

Confessionario...

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Confesso, as avessas... Não mais temo o que não me é de direito temer... Confesso que não posso evitar certos tipos de coisas... Não posso evitar simplesmente que o sol nasça ou que a grama cresça. Mudo o que pode ser mudado, o que deve ser mudado. Se acho as coisas abomináveis, ignoro-as Se acho aceitáveis, permito-as... Unicamente pois sou completamente responsável pelos meus atos. Confesso... que... eu... não... mais... posso... correr... riscos...  mas... se... me... arrisco... a... isso... não... mais... vivo! E que a vida seja longa, para que eu possa fazer muita merda... E que os minutos sejam horas, quando for do meu agrado... E que as horas sejam segundos, quando me entediar... Acho que é isso...  sem pensar muito no amanhã...  sejamos o hoje, com base no ontem...  mas sem esquecer de viver somente o hoje. "Se o mundo é realmente o que vejo... então prefiro ver o mundo do meu jeito" Abraços calorosos. Dan Baldassari