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Poesias da Fer. - Segunda

Bem, como dito há uns dias atrás, iniciarei um trabalho, um monologo. Logo, preciso de mais tempo para estudar, processo de criação e tudo mais. Lógico que aparecerei algumas vezes, para postar alguma indignação/protesto, e também não vou deixar o blog abandonado. De hoje, até sábado irei postar as poesias de uma amiga de infância, a Fernanda Nalini Siqueira. Link para o Face dela é este,  Fernanda Nalini Siqueira (Facebook) . Abraços, Dan. PRA ONDE OLHAR A palidez nos rostos denuncia o medo O olhar sombrio penetra provocando arrepio O sentimento é confuso O mal se faz presente Vem sem avisar, feito intruso Invade e predomina É mais forte é violento Vai passando e destruindo Como um redemoinho de vento Deixando pra ser admirado Um cenário de terror Com muitas marcas e ruínas Que só trazem ranger de dentes e muita dor Esperança não existe Tormento que não tem fim O sopro de vida insiste Em permanecer mesmo assim A imagem melhor a ser vista É a da escuridão acredit...

Havia um tempo em que eu vivia...

...um sentimento quase infantil. Boa tarde meus caros, mais uma reunião aqui em minha humilde residência. Estamos todos aguardando o cafezinho... feito por mim, é claro. Estava indignado fazia um tempo, estão fodendo com a cultura local da cidade, isso é uma vergonha como diria aquele preconceituoso do Casoy, todo caso, não tiro os méritos dele como jornalista, bah, nem vou discutir isso. Escutando Gotan Project, Época é o nome da musica. Mas voltando ao assunto da mutilação cultural que sofremos aqui em Araraquara... Estou completamente indignado pelo fato de que a nossa gestão está acabando com a cultura local, orçamentos astronômicos para que? Para dizer que não possuem verbas o suficiente para que as coisas sejam feitas. Um verdadeiro boicote acontece. E os artistas que se danem... malditos sejam estes que fazem algo expressivo na cena e com muito protesto o Pocket Show de Junho ao vivo e gravado, aconteceu. Tivemos repercussão sim, teve gente lá dentro que chiou. Mas você...

às 7 horario de Brasília

São sete horas, o sol borrou o céu de um amarelo meio alaranjado, as nuvens se misturam no azul tornando tudo meio que degrade. No trânsito tudo calmo, fazem 17o lá fora e sol ainda está meio lá meio cá. No radio, o jornal começa com as principais noticias. Claro que somente as trágicas porque é isso que atrai o ouvinte. Inutilidade publica. Aqui em casa está tudo bem, obrigado por perguntar. Dizem que vai esfriar, uns dizem que esquenta. Alguém avisa pro inverno que a tarde também precisa trabalhar, friozinho de manhã e a noite e de tarde um PUTA CALOR. Bem, preciso de um banho antes do trampo. Há falando em trampo, ontem foi o dia, mas não vem ao caso. Estou trabalhando em um texto para apresentar, então creio que ficarei ausente por algum tempo. Isso não significa que ficaremos sem postagens... Postarei umas poesias feitas por uma amiga de Face, a Fer. Se alguém quiser se juntar ao espaço, só falar comigo, posto aqui também. E é claro que coloco os devi...

Tão Distante - Parte 2 - O Passado

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“Ashkaril contava em detalhes como Yvel pôde chegar àquele momento. Yvel por sua vez custava a acreditar que toda aquela fantasia, podia ser verdade.” - Então Yvel, viemos de uma dimensão onde a guerra ainda persevera. O exercito inimigo estava avançando sobre nossas forças e você foi capaz de chegar até o centro do comando, onde eles mantinham os laboratórios, controles e todo o equipamento bélico. Você chegou até lá, te vi cair de uma altura de uns 200 metros e no vôo rasante você foi atingido. Recolheram teu corpo e não pude te resgatar. As forças inimigas ainda controlam boa parte do nosso território. “Yvel não acreditava em nenhuma palavra dita por Ashkaril.” - Que historia boa, você já pensou em contar isso pra Luna e Aliek? - Podemos ir até a sua casa, verá com seus olhos que o que digo é verdade.  - Vamos! Não acreditei em uma palavra que dizia esse tal de Ashkaril, algo me amedrontava em suas palavras, eram tão seguras e convincentes. Tenho realmente medo de não encont...

Tão Distante - Parte 1 - O Passado

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“Yvon caminhando por mais alguns metros podia sentir seus pés não mais afundarem na neve, sensação estranha não fosse Ashkaril aparecer novamente, como uma fumaça que toma forma em sua frente, uma névoa.” - É. Você é real. - Sim Yvon, sou real, estava a sua procura faz muito tempo. - Okay, não vou lutar nem correr, diga o que quer de mim. - Vim buscar você. É hora de continuar nossa jornada. - Que besteira é essa que você está falando? - Nossa jornada, rumo ao submundo. Precisamos de sua ajuda. E agora você está livre nobre Yvel. - É YVON, não Yvel... - Não meu caro, seu nome é Yvel. Anjo Caído como eu e nosso exercito, Por algum milagre o mercenário sodomita lá de cima te colocou entre os mortais. - Ham? - Posso te provar. - Pois não perca tempo. - Lembra-se de seu passado? - Sim... Lembro... - Tem certeza do que diz? Diga o nome de seu pai ou de sua mãe... - ... - Quem sabe algo mais recente, digamos, lembra-se de Lena no período em que Aliek estava em seu ventre? “Y...

Eis que surge o inicio, o meio quem sabe... e o fim? será que se justifica?

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Não há mais razão para tentar compreender que o ser humano é capaz de pensar em algo totalmente abstrato a ponto de que o corpo responda a movimentos totalmente subconscientes. Qual será a teoria do caos que explica essa mente que sobrevive na obrigação de exprimir, experimentar, espremer, suprir, subir, vencer, cair, morte! Onde mais o mundo de hoje pode explicar que realmente está perdido? Ode ao mundo moderno! - Alo? Quem é? - É da pizzaria, vocês estão afim de uma pizza? - Depende, que sabor? - Ai quem me diz são vocês... - Vai, me vê cinco pizzas de mussarela com inhame. - INHAME? mas que afronta... - Nunca pediram inhame? - Há... entendi sexo... - Porque raios alguém pediria uma pizza de mussarela com sexo? - Vai saber, quem sabe um tarado por laticínios... - Tá.. tá... tudo bem... mas, como que você entendeu sexo, quando eu disse INHAME? - Minha audição não é das melhores, desculpe... - Okay... okay... traga as pizzas então... - Sim senhor. São ...

Repetimento inexato - Alex

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Um dia comum para Alex, estava acostumado com o clima tenso daqueles tempos. Ao acordar, tomou um banho rápido, se vestiu com a camisa do partido, sabia que a parada seria reprimida pelo exercito, mas mesmo assim queria fazer parte, lutaria por um país livre. Beijou sua mãe de uma forma diferente, sabia que poderia não voltar mais, mas não deixou transparecer não queria preocupar dona Eva e nem que ela se pusesse ao perigo de segui-lo. Ela sabia que Alex tinha fortes influências para brigar contra o sistema, seu pai, torturado e morto pelas forças do governo. Era bem cedo, o sol nascia ainda por entre os prédios comercias e residenciais que se misturavam de forma homogênea. Não se sabia ao certo se daquele dia em diante as coisas mudariam, Alex, queria ver a mudança. Por isso se organizou para que a passeata acontecesse e realmente aconteceu. Saíram diretamente dos portões da faculdade, muitas pessoas gritando o nome da pátria: - BRASIL! QUEREMOS NOSSA LIBERDADE! - BRASIL! LIBERDA...