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All the lonely people, where do they all belong?

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Numa dessas reações inesperadas ela cantarolava uma canção (com o perdão da palavra) meio bostinha, dessas que a gente só canta quando está apaixonada e isso era um problema para Rigby, a sorte é que ele estava longe, bem longe, pelo menos em tempo ela estaria a salvo. Os mais renomados pesquisadores que se aventuraram em desbravar a mata fechada que guarda seu tesouro, não voltaram sãos ou normais, uns, inclusive hoje amargam o sabor da liberdade de um quarto escuro com portas e janelas trancadas por fora. Muitos agiram com bravura ao saltar por lâminas, resolver puzzles mortais e lutar contra um monstro de 8 braços armados com 4 escudos e 4 espadas. Após lutar com tudo aquilo e saber que a caixa do tesouro estava a sua frente, uns comemoraram, outros surtaram, outros até sentaram-se sobre o baú para tomar um ar, uma água, champagne, vinho, fumaram cigarros enquanto idealizavam entre todos os prêmios que um homem poderia ganhar de uma mulher e por fim a senhora Rigby surgia em meio...

All the lonely people, where do they all come from?

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Rigby e Franz era o típico casal virtual, já haviam se visto mas nunca se tocado de forma a conduzir um relacionamento. Rigby era dura na queda e Franz todo coração. Eles existiam, ela já era mãe e ele queria mais, algo impensado na vida da moça que virava monstro durante o período, não era culpa dela, diziam os mais sábios e ex-combatentes, ou vulgo, ex-namorados, ex-maridos, ex-médicos (uns morreram, outros vivem por aí, na boemia ou trancados em um quarto escuro após enlouquecer). Ela tinha uma bravura sem igual e sonhava com tudo o que fosse possível sonhar e o que não fosse possível ela inventava. Assim vivia Rigby, não tão sonhadora com um casamento quanto na música dos beatles e também não tão misteriosa quanto o padre Mackenzie e seus sermões. Apenas entendemos que no fim disso tudo, alguém estará limpando as mãos e outro no túmulo. Ela sonhava com o típico cara que a levaria dali para um local mais agradável, menos frio, menos extremo... Ele p...

Ah Se Não Fosse o Amor - Lirinha

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A minha ilha não existe mais Será que o mar já percebeu Ela desapareceu Há se não fosse o amor Pra recolher o óleo que vazou Mas ninguém viu a marca no meu corpo Como é que pode alguém entrar E dentro se desmanchar? Nunca esqueça as oferendas Quando contar na rua as nossas lendas Mudei pra laje de um prédio vermelho No alto é sempre bem melhor Pra quem vive só Ah se não fosse o amor E a força incrível do seu reator Dentro do mar o velho marinheiro Na sua orelha um brinco de anzol Brilha seu brinco no alvo do sol Brilha seu brinco no alvo do sol Chamei você Mas você não veio Eu entendi que era normal Nada pessoal Ah se não fosse o amor

Viagem astral

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Entre os canhões e trincheiras caminhei entre os escombros com você em meus braços, seus olhos estavam cheios de esperança. Certas horas em que eu precisei de todo o meu vigor físico ou quando utilizei minhas mãos para empunhar um rifle encontrado junto aos corpos no chão, você foi de cavalinho, numa dessas mochilas grandes e confortáveis por dentro, sempre sendo meus olhos e chamando-me de papai, a hora que você teve medo, foi exatamente quando eu me virei para protegê-la dos tiros que viriam. Em meio aos pallets, pedras, corpos, templos, glórias e devaneios a noite caiu, nos escondemos em um lugar puco claro, troquei sua roupa, lavei seu rosto e te vesti com algumas vestes que haviam por ali, engraçado como você não deu um pio, conversou comigo como conversamos no aconchego do lar, beijou meu rosto com o mesmo carinho de sempre, te abracei e segurei as lágrimas, elas vieram enquanto eu te via dormir.  Adormeci também, após te cobrir. Acordamos com uma bomba, ao longe, er...

Calvin Cristo

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Nestas andanças pelas cidades em que passava, concordava que o business era essencialmente o grande ápice da viagem. O Networking ainda se fazia complicado pelo idioma disléxico, por hora, translúcido. Limpo, concordante era o mesmo que olhar num espelho e repetir a mesma palavra com diferentes tons entre  os vícios que continham as ruas cheias de gente. Afirmam que o primeiro Sultão otomano teve um sonho profético, onde surgia em seu peito, uma lua e uma estrela, que se ampliaram, num presságio da conquista da dinastia de Constantinopla. Mais tarde, com a queda de Constantinopla às mãos do Sultão Mehmed II em 1453, foi visto no céu, uma lua e uma estrela, cumprindo assim, o sonho profético do Sultão. A lenda mais aceita pela população turca, é a que conta que Mustafa Kemal Atatürk, o fundador da República turca, caminhava pelo campo na noite seguinte ao combate vitorioso durante a Guerra de Independência Turca, e percebeu o reflexo da lua crescente e da estrela sobre um v...

Devaneios - Parte 2.7 - Entendimentos de uma mente compreensiva e não compreensível

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Dizem por aí que a vida é composta de momentos, outros vivem de passado e outros ainda fazem planos e mais planos. Uns falam de amor da mesma forma que falam de mulheres/homens nu(a)s ou então falam de amor como se pede um Fast-food. Dedico aos poetas que utilizam a palavra e o pensamento ao mais assombroso do ser humano, o submundo que compõe o simples e objetivo cérebro. Desta forma, pense que vivemos numa sociedade em que acordamos e pela primeira vez no dia respiramos conscientemente o ar que o mundo nos serve, nutrido com o oxigênio que as árvores produzem durante todo o dia, juntamente aos raios de sol que simplesmente iluminam todo o processo de composição da rotina. Possuímos um modus operandi simplesmente fantástico e ainda temos tempo para pensar em o que nos move. O que compõe a nossa física quântica para que simplesmente nos impulsione a levantar cedo para uma corrida matinal ou então para ficar mais 5 minutinhos na cama, o que nos mantém presos as pessoas ou o que nos afa...

Quem sabe isso quer dizer amor

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Primeiro saiba que todos estes cigarros são culpa sua. Daquele dia em diante que olhei nos teus olhos, você me disse alguma coisa estra nha que a minha alucinação não permitiu que eu compreendesse. Eram versos, versos deturpados pelo meu pesaroso momento de reclusão. Eu estava exilado em meio a sinapses e meias verdades, meu corpo respondia cruelmente aos meus comandos, era leve, bem leve, era claro, bem claro, um sussurro era como se eu estivesse submerso. Num momento de extrema confusão eu ouvia teus gritos ecoando dentro da minha cabeça, teus versos. Suas vestes levemente amarrotadas dignas de final de festa, apenas faziam com que meu transtorno se roesse por dentro, em meus ossos. Eu olhava para os tons brilhantes, para os detalhes, para você. Seus olhos, ah, seus olhos, seus olhos, seus olhos...  Não consegui mais conter minhas vontades e me joguei na piscina, desta vez a água era real e seria iminente o lumiar, emergente era meu corpo em meio a profundidade das águ...