Um manifesto

pelas almas que passam a vida inteira entregues ao acaso de se perder em meio ao mundo.

Deleitem-se ao menos do prazer de carregar consigo mesmos seus medos, angústias e atrevimentos. Levem suas lições e assinem suas próprias sentenças.

O mundo é hostil, é inóspito, o oxigênio que nos dá a vida é o mesmo que aos poucos a tira. A natureza não é amiga, somos parte dela e de sua cadeia alimentar. As pessoas são sacanas, são safadas, é de natureza do ser humano levar vantagem em tudo e são pouquíssimos os casos dos que se eximem desta culpa.

A maior parte destes vive sob as sombras do próprio egoísmo e do mal que faz pensando apenas na própria sobrevivência. A todo momento extraindo tudo o que a vida pode fornecer e quanto mais fácil, melhor.

A noite é dos coiotes e só sobrevive quem de fato se encarrega de fazer parte da matilha ou se arma contra estes que procuram a carniça. Ainda que na matilha, sabemos que a moeda de troca nunca será a lealdade. No mundo de hoje, depender apenas de si mesmo é a grande valia.

"Para, observa, pensa, agradece, segue, percebe:
Para o que está fazendo!
Observa a tua ação!
Pensa se fosse na tua pele!
Agradece mais do que pede!
Segue a sua vida!
Percebe quem são seus inimigos!
e, não tenha medo..."

Os coiotes tendem a temer quem não os teme.

Faber Krystie McDonnadan



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