Não era pra falar das flores?

Da queda à descrença.
Do feto ao fruto.
Do momento ao passado.
Do vicio ao efeito.
Da abstinência ao caos.
Do inverno ao calor.
Do paraíso ao submundo.
Do fim ao inicio.
Da morte ao leito.

Braços abertos ao surreal, caminhando nas paredes de um canyon, queda livre... queda livre... MAY DAY!!
Sinto o vento em meu rosto, sinto-me vivo, designa noites em claro, serve de apoio para que meus olhos não se fechem.
Madrugada fria.

Sob a luz do sol!

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