EscrACHADO

Esta sangria que não cessa, esta chama que não se apaga...


Eis o centro do furacão, eis a maldição. Perdura em meu peito aquele momento em que deixei para trás a tão sonhada moradia. Porém ao que surge, concretizo o bem maior.


Necessidade de estar ao lado de alguém que faça jus ao segredo mais bem guardado. Mero fado, de inquietação, buscando aos versos e reversos... ao inverso. Ao ver que nada seria em vão, busquei abrigo em teu corpo. Ao me ver vulnerável, me vi em tuas mãos.



Me vejo em um mundo paralelo, estranho e ao mesmo tempo aconchegante... Conforta e acalma.


Um minuto de silêncio, antes da explosão.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Orgânico

“Não responda esta mensagem”

Bariloche (ou manual de procedimentos técnicos de segurança administrativa aos finais de semana pares, PARES, não Paris)